O Setembro Amarelo reforça a importância de falar sobre saúde mental e prevenção do suicídio.
Nem sempre alguém que está sofrendo consegue pedir ajuda diretamente. Por isso, familiares, amigos e pessoas próximas podem ter um papel importante ao perceber mudanças.
Quais sinais merecem atenção?
Alguns comportamentos podem indicar sofrimento emocional, especialmente quando surgem de maneira intensa ou persistente:
- isolamento;
- perda de interesse por atividades;
- mudanças importantes no sono;
- queda no desempenho escolar ou profissional;
- abandono de responsabilidades;
- desesperança;
- falas sobre não querer mais viver;
- sensação de ser um peso para os outros.
Nenhum desses sinais isoladamente confirma que uma pessoa está em risco, mas eles não devem ser ignorados.
Como conversar?
Escolha um momento tranquilo.
Pergunte como a pessoa está e demonstre disposição para ouvir sem julgamento.
Não é necessário ter respostas para tudo.
O que evitar?
Evite minimizar o sofrimento com frases como:
“Isso é só uma fase.”
“Tem gente passando por coisa pior.”
“Você precisa pensar positivo.”
Essas respostas podem fazer com que a pessoa se sinta ainda menos compreendida.
Quando buscar ajuda imediatamente?
Se houver risco imediato de a pessoa se machucar, intenção clara ou planejamento de suicídio, ela não deve permanecer sozinha.
Procure atendimento de urgência.
O Setembro Amarelo dura um mês, mas atenção, acolhimento e cuidado com a saúde mental precisam existir durante todo o ano.